22 de set de 2009

Estrias

O aparecimento de estrias nada mais é que uma "rachadura" na pele, que é formada por três camadas - epiderme, derme e hipoderme.
Na derme, existe uma maior concentração de fibras. O conjunto de fibras é responsável pela elasticidade da pele, já que forma um verdadeiro elástico composto de colágeno e elastina, entre outros elementos.
O rompimento destas fibras forma uma cicatriz interna e origina a estria.
As razões são as mais diversas, podendo ser um aumento rápido de peso, um grande acréscimo de massa muscular em pouco tempo, alterações hormonais, ganha e perde de peso constante, obesidade, entre outros.
A dermatologista da Unifesp, Ediléia Bagatin, afirma que estudos recentes apontam para uma tendência genética em que há um defeito da resposta do tecido conjuntivo da pele em ocasiões de estiramento exagerado.

Estrias avermelhadas são as mais recentes.

Ediléia explica que "nessa fase há um componente inflamatório", por isso a diferença na cor das estrias mais tardias.
Estas últimas são brancas e são as chamadas "cicatrizes lineares", não apresentam mais o processo inflamatório, mas sim uma certa atrofia da pele.
As promessas dos diversos cremes existentes no mercado para prevenir, ou até mesmo acabar com as estrias, parecem duvidosas. A dermatologista ressalta que ainda há dúvidas que uma boa hidratação pode prevenir ou melhorar o aspecto feio na pele causado pelas estrias. Eles apenas hidratam a pele, segundo Ediléia.
"O melhor tratamento é o uso do ácido retinóico na forma de creme, em concentrações altas, e também na forma de peeling químico", diz a dermatologista. Os cremes podem ser aplicados em casa e o peeling só sob prescrição e acompanhamento médico.



Fonte: http://minhavida.uol.com.br


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Fiz, durante algum tempo, o tratamento com ácido retinóico e simplesmente não aguentei.
Sentia uma coceira enorme e, como a pele estava bastante desgastada e sensível, chegava a sangrar. Sério!
Parei porque não conseguia ficar um minuto sem coçar. Rsrsrs
Alguns amigos me chamavam de "Comichão e Coçadinha" por causa do torturante tratamento.
Depois de 7 meses, desisti.
Me interessei por esse peeling. Alguém já fez esse tipo de tratamento?

18 de set de 2009

Tô cansada, mas tô voltando

Esse bico de servente de pedreiro que eu arrumei tá me matando! Rsrsr
Enfim a obra já esta bem encaminhada e em breve sai a mudança.
Aproveito para postar os quadrinhos que ganhei da minha amiga Graça.
Ficaram muito lindos e, lógico, vão enfeitar minha nova cozinha.

Tô cansadinha, mas volto logo.
Bjus a todos

11 de set de 2009

Mudança


Oi Bonitas!
Ainda bem que, finalmente, minha mudança esta começando.
Não aguentava mais tanta baguunça em casa...
Mas ta valendoe agora vai.
E por esse motivo vou demorar um pouquinho a postar. Até vou tentar escrever e postar algumas "coisinhas" interessantes, mas se demorar e por um motivo nobre. Rsrsrs
Bjus a todos

6 de set de 2009

Entulho pós-moderno

Saiba onde descartar o lixo eletroeletrônico, um novo item que se soma à vasta lista de problemas que afetam a ecologia

Jogar fora um computador usado ou um celular antigo é difícil. A lixeira, com certeza, não é o lugar mais adequado. Artefatos eletroeletrônicos contêm materiais que demoram a se decompor – plástico, metal e vidro – e outros altamente prejudiciais à saúde, como mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel.


"Quando jogadas no lixo comum, que segue para aterros sanitários, essas substâncias penetram no solo, contaminando lençóis freáticos e, aos poucos, animais e seres humanos", diz o professor do Instituto de Química da UFRJ Júlio Carlos Afonso.


De acordo com uma pesquisa da Fundação Getulio Vargas, o Brasil atingiu, em maio, 60 milhões de computadores em uso. "A rápida obsolescência dos modelos e a compulsão por comprar os últimos lançamentos levam a um descarte anual de 1 milhão de computadores no país", calcula Afonso.


Apesar disso, não existe ainda lei ou norma federal que regule o descarte de resíduos eletrônicos. Há algumas soluções, mas o problema está longe de ser resolvido. Veja a seguir o que fazer para cuidar do e-lixo:


*Pilhas e baterias: uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) determina que, a partir de novembro de 2010, fabricantes ou importadores de pilhas e baterias serão responsáveis pela coleta desses materiais. O usuário poderá devolver o produto à loja onde o comprou, ou à assistência técnica autorizada, para que seja encaminhado ao fabricante. Alguns revendedores já cumprem a determinação. Outra opção é utilizar um dos 500 coletores seletivos da Comlurb – os de cor verde – espalhados pela cidade. As agências do Banco Real também têm urnas especiais para o depósito desses materiais.


*Aparelhos e baterias de celular: o descarte pode ser feito em urnas especiais existentes nas lojas das operadoras Claro,Vivo, Oi e Tim. De lá, o conteúdo segue para reciclagem, que reaproveita até 80% do material.


*Computadores e outros equipamentos de informática: os que ainda funcionam podem ser doados ao Comitê para Desenvolvimento da Informática (CDI), ONG que recupera os equipamentos para uso nos chamados projetos de inclusão digital (3546-6570, das 9 às 18 horas). Mensalmente, a entidade recebe cerca de 400 equipamentos, mas apenas 15% são aproveitados. "Recebemos muito material sucateado, impossível de ser recuperado", diz o fundador e diretor executivo do CDI, Rodrigo Baggio. "As pessoas não sabem o que fazer com esse lixo." Os 85% restantes são reciclados e deles resultam 5 toneladas de plástico e 10 toneladas de ferro por ano.


*Geladeiras, micro-ondas, TVs, DVDs e outros eletrodomésticos: a Comlurb tem um serviço de remoção gratuito ( 2204-9999 - aqui no Rio de Janeiro - de segunda a sexta, das 6 às 22 horas) e encaminha o material para uma triagem, feita por catadores de recicláveis.

4 de set de 2009

Bj

3 de set de 2009

Síndrome de Burnout


A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).



O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.



Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (médicos, enfermeiros, professores).



Outros autores, entretanto, julgam a Síndrome de Burnout algo diferente do estresse genérico. Para nós, de modo geral, vamos considerar esse quadro de apatia extrema e desinteresse, não como sinônimo de algum tipo de estresse, mas como uma de suas conseqüências bastante sérias.



De fato, esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicanalistas, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam e/ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.



Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.



Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.



Os autores que defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse, alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.


Entretanto, pessoalmente, julgamos que essa Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho.




O que é Síndrome de Burnout


A Síndrome de Burnout é uma resposta ao estresse ocupacional crônico e caracterizada pela desmotivação, ou desinteresse, mal estar interno ou insatisfação ocupacional que parece afetar, em maior ou menor grau, alguma categoria ou grupo profissional.


Trata-se de um conjunto de condutas negativas, como por exemplo a deterioração do rendimento, a perda de responsabilidade, atitudes passivo-agressivas com os outros e perda da motivação, onde se relacionariam tanto fatores internos, na forma de valores individuais e traços de personalidade, como fatores externos, na forma das estruturas organizacionais, ocupacionais e grupais.


A Síndrome de Burnout traz conseqüências não só do ponto de vista pessoal, senão também do ponto de vista institucional, com é o caso do absenteísmo, da diminuição do nível de satisfação profissional, aumento das condutas de risco, inconstância de empregos e repercussões na esfera familiar.





O quadro evolutivo tem 4 níveis de manifestação:



1o. nível - Falta de vontade, ânimo ou prazer de ir a trabalhar. Dores nas costas, pescoço e coluna. Diante da pergunta o que você tem? normalmente a resposta é "não sei, não me sinto bem"


2o. nível - Começa a deteriorar o relacionamento com outros. Pode haver uma sensação de perseguição ("todos estão contra mim"), aumenta o absenteísmo e a rotatividade de empregos.


3o. nível - Diminuição notável da capacidade ocupacional. Podem começar a aparecer doenças psicossomáticas, tais como alergias, psoríase, picos de hipertensão, etc. Nesta etapa se começa a automedicação, que no princípio tem efeito placebo mas, logo em seguida, requer doses maiores. Neste nível tem se verificado também um aumento da ingestão alcoólica.


4o. nível - Esta etapa se caracteriza por alcoolismo, drogadicção, idéias ou tentativas de suicídio, podem surgir doenças mais graves, tais como câncer, acidentes cardiovasculares, etc. Durante esta etapa ou antes dela, nos períodos prévios, o ideal e afastar-se do trabalho.



Os sintomas básicos dessa síndrome seriam, inicialmente, uma exaustão emocional onde a pessoa sente que não pode mais dar nada de si mesma. Em seguida desenvolve sentimentos e atitudes muito negativas, como por exemplo, um certo cinismo na relação com as pessoas do seu trabalho e aparente insensibilidade afetiva.



Finalmente o paciente manifesta sentimentos de falta de realização pessoal no trabalho, afetando sobremaneira a eficiência e habilidade para realização de tarefas e de adequar-se à organização.



Esta síndrome é o resultado do estresse emocional incrementado na interação com outras pessoas. Algo diferente do estresse genérico, a Síndrome de Burnout geralmente incorpora sentimentos de fracasso. Seus principais indicadores são: cansaço emocional, despersonalização e falta de realização pessoal.





Quadro Clínico



O quadro clínico da Síndrome de Burnout costuma obedecer a seguinte sintomatologia:



Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais

Despersonalização ou desumanização, que consiste no desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou de cinismo para com outras pessoas no trabalho ou no serviço prestado.
Sintomas físicos de estresse, tais como cansaço e mal estar geral.



Manifestações emocionais do tipo: falta de realização pessoal, tendências a avaliar o próprio trabalho de forma negativa, vivências de insuficiência profissional, sentimentos de vazio, esgotamento, fracasso, impotência, baixa autoestima.



É freqüente irritabilidade, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância à frustração, comportamento paranóides e/ou agressivos para com os clientes, companheiros e para com a própria família.



Manifestações físicas: Como qualquer tipo de estresse, a Síndrome de Burnout pode resultar em Transtornos Psicossomáticos. Estes, normalmente se referem à fadiga crônica, freqüentes dores de cabeça, problemas com o sono, úlceras digestivas, hipertensão arterial, taquiarritmias, e outras desordens gastrintestinais, perda de peso, dores musculares e de coluna, alergias, etc.



Manifestações comportamentais: probabilidade de condutas aditivas e evitativas, consumo aumentado de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, absenteísmo, baixo rendimento pessoal, distanciamento afetivo dos clientes e companheiros como forma de proteção do ego, aborrecimento constante, atitude cínica, impaciência e irritabilidade, sentimento de onipotência, desorientação, incapacidade de concentração, sentimentos depressivos, freqüentes conflitos interpessoais no ambiente de trabalho e dentro da própria família.



Apesar de não ser possível estabelecer uma fórmula mágica ou regra para análise do estresse no trabalho devido a grande diversidade entre as empresas, vejamos agora algumas situações mais comumente relacionadas ao estresse no trabalho, de um modo geral.



Considera-se a Síndrome Burnout como provável responsável pela desmotivação que sofrem os profissionais da saúde atualmente. Isso sugere a possibilidade de que esta síndrome esteja implicada nas elevadas taxas de absenteísmo ocupacional que apresentam esses profissionais.



Segundo pesquisas (Martínez), a epidemiologia da Síndrome de Burnout tem aspectos bastante curiosos. Seu detalhado trabalho mostrou que os primeiros anos da carreira profissional profissional seriam mais vulneráveis ao desenvolvimento da síndrome.



Há uma preponderância do transtorno nas mulheres, possivelmente devido à dupla carga de trabalho que concilia a prática profissional e a tarefa familiar. Com relação ao estado civil, tem-se associado a síndrome mais com as pessoas sem parceiro estável.





SÍNDROME DE BURNOUT

EVOLUÇÃO



Em geral o curso da Síndrome de Burnout se caracteriza pelo seguinte:


1 - É insidioso. A evolução do quadro é paulatina e pouco a pouco os sintomas vão surgindo, oscilando com intensidade variável.


2 - Há uma tendência em negá-la. O próprio paciente se nega a aceitar as diferenças que os outros observam nele, portanto, a síndrome é notada primeiro pelos companheiros.


3 - Existe uma fase irreversível. Entre 5% e 10 % dos pacientes com essa síndrome adquire gravidade tal que resulta irreversível se não deixar o trabalho. Esse grau mais grave predomina em profissionais médicos.


O quadro evolutivo tem 4 níveis de manifestação:


1o. nível - Falta de vontade, ânimo ou prazer de ir a trabalhar. Dores nas costas, pescoço e coluna. Diante da pergunta o que você tem? normalmente a resposta é "não sei, não me sinto bem"


2o. nível - Começa a deteriorar o relacionamento com outros. Pode haver uma sensação de perseguição ("todos estão contra mim"), aumenta o absenteísmo e a rotatividade de empregos.


3o. nível - Diminuição notável da capacidade ocupacional. Podem começar a aparecer doenças psicossomáticas, tais como alergias, psoríase, picos de hipertensão, etc. Nesta etapa se começa a automedicação, que no princípio tem efeito placebo mas, logo em seguida, requer doses maiores. Neste nível tem se verificado também um aumento da ingestão alcoólica.


4o. nível - Esta etapa se caracteriza por alcoolismo, drogadicção, idéias ou tentativas de suicídio, podem surgir doenças mais graves, tais como câncer, acidentes cardiovasculares, etc. Durante esta etapa ou antes dela, nos períodos prévios, o ideal e afastar-se do trabalho.


Ballone GJ - Síndrome de Burnout - in. PsiqWeb Psiquiatria Geral, Internet, última revisão, 2002 - disponível em http://www.psiqweb.med.br/cursos/stress4.html